No Balcão do Quiosque

domingo, 24 de fevereiro de 2013

♥ Os homens e suas manias,rs... ♥





Sabem aqueles crachás de identificação para entrada em locais públicos ou empresas?

Pois bem!O marido de Rosa trabalha numa empresa e os usa.

Tenho certeza, que seus documentos , dinheiro e até o crachá, são os mais limpinhos de toda empresa! Por isso eu coloco a minha mão no fogo!

Naquela casa, hoje eles foram novamente lavadinhos, deram todas aquelas voltinhas e reboladas na lavadora de roupas e estão limpinhos, cheirosos, pronto para serem usados, desta vez, sem que fosse percebido pelo dono.

Ora bola, pergunto eu:

-Por que eles não tiram seus pertences dos bolsos antes de colocar as roupas na pilha das sujas?
E ainda reclamam quando seus documentos são dilacerados...

Pobrezinha da máquina!

Ainda não sabe selecionar e quem fazia anteriormente, agora embestou de ficar escrevendo aqui e ali, não faz mais nada. Que coisa!

Mais uma culpa da D.Internet!

Quem já não fez isso?

Os maridos agradecem, não? Ficam "felizes"!!!

Mas, como boa teimosa, repito: a culpa é deles!!!

Sou totalmente a favor da Rosa...

As mulheres não concordam??
Chica

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A Mulher e o Cabeleireiro





A Mulher e o Cabeleireiro

Bem, hoje em dia, não se usa mais o termo 'cabeleireiro.' Prefere-se 'hair designer', ou 'hair stylist', ou outras coisas desse tipo, que no fundo, nada mais significam que 'cabeleireiro!' Aliás, uma profissão muito importante, porque lida com sonhos e emoções femininos. 


Eu acho até que alguns cabeleireiros - ou 'hair stylists' - passaram algum tempo cursando psicologia, ou então, estudando Teologia, pois muitos salões de beleza - ou 'beauty parlors', ou 'saloons', ou seja lá o que você preferir - parecem verdadeiros confessionários. Ali, a roupa suja é lavada em público. A nossa e a alheia. Também fica-se por dentro das novidades, através do Jornal da Manicure.


Mas existe algo de muito mais profundo, uma relação anímica entre uma mulher e seu cabeleireiro - ou hair stylist, ou... bem, deixa pra lá.


Uma mulher estica seu cabelo. Alisa. Alonga. Apara as pontas. Muda radicalmente a cor ou o corte. Massageia. Enrola. Ondula. Mas enquanto está vivendo cada um desses processos, existe alguma coisa dentro dela que também clama por modificar-se. Dizem que a mulher que está sofrendo os efeitos da idade, gosta de repicar as pontas a fim de parecer mais jovem. E a que gosta de modificar totalmente a aparência, está tentando modificar (ou esconder) algum aspecto importante de si mesma.  A tradicionalista, ou a conservadora,que mantém sempre o mesmo corte ou a mesma cor durante muitos anos, tem medo das mudanças, ou está tentando negar uma parte de si mesma.


Bem, pode ser que tudo isso seja apenas bobagem!


Mas supondo que não seja:  um cabeleireiro precisa estar ciente de sua importância na vida das mulheres. Um corte de cabelo desastroso (como já me aconteceu muitas e muitas vezes) pode deixar uma marca profunda na autoestima de uma mulher, além de ser para o cabeleireiro, um atestado de incapacidade profissional.

 Existem dois tipos de profissionais que não podem cometer erros, pois eles são mortais: médicos e cabeleireiros. Não concordo com os cabeleireiros que se justificam, dizendo 'serem humanos e estarem propensos a erros.' Cabeleireiros não podem contentar-se em ser seres  humanos, tem que ser deuses! ou então, são maus profissionais. E ponto final.


Decidido isto, existem mil sutilezas e objetivos escondidos atrás de uma simples ida ao cabeleireiro.  Uma mulher visita seu cabeleireiro (quando não regularmente) se a sua autoestima não anda bem. Ela quer saber que existe uma esperança de modificar tudo ao seu redor, e acha que começando por fora, será mais fácil continuar a mudança por dentro. Ela quer que lhe deem esperança. Quer ser elogiada, quer ouvir alguém dizer que ela está/ficou linda. Muitas vezes, quer ouvir a famosa frase: "Você ficou bem mais jovem com esse corte!"


Uma tesourada aqui, um brilho ali, e... pronto! A borboleta está pronta para sair do casulo!


Quer acabar com uma mulher? basta dizer a ela, sobre um corte de cabelo: "Está diferente..." , "Ficou legalzinho..." , "gostava mais antes..." ou, pior ainda: "Não se preocupe; vai crescer!" fazer comentários como estes pode significar correr um grande risco de sofrer uma agressão, verbal ou física, ou então, de tornar-se testemunha de uma mulher arrasada e em prantos. pior ainda, é nem sequer notar a mudança! Sem comentários...


Após uma ida ao cabeleireiro, é comum que uma mulher tome um verdadeiro banho de loja. Ela experimenta novos estilos e cores, que combinem com sua nova personalidade. Personalidade esta que vai voltando a ser a mesma de antes, conforme o cabelo vai perdendo o corte, mas mesmo assim, é uma mudança. Ou uma bela tentativa.


E essa mudança é tão importante, que um dos negócios mais lucrativos hoje em dia, é o salão de beleza. Mulheres gastam verdadeiras fortunas todos os meses, com cabelos, unhas, pele e pelos. Seria sinal de um enorme vazio existencial, ou apenas uma autovalorização? Não sei... acho que existem os dois casos. Ou talvez ambos os casos acabem se misturando.


Bem, depois de tudo isso escrito, acho que vou ligar para o meu cabeleireiro, pois ando pensando em dar uma repicada, talvez...

*

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

E a saga continua: O quinto dia é sopa!


Acordei de madrugada e parecia que havia um saco de gatos na minha barriga. Eram tantos roncos, miados e outros sons indefinidos que fiquei com medo de que os vizinhos do apartamento ao lado ouvissem. Foi uma longa noite, mas enfim 5:45h eu pulei da cama, corri para analisar o cardápio do dia: SOPA, legumes e verduras à vontade... Como assim? E o café da manhã? Nem uma torradinha com requeijão, fatia de queijo, xícara de leite, fruta... Nada? Quem  a não ser coelho come cenoura de manhã e na bruta? Espinafre, fica pro Marinheiro Popaye. E eu?!
        
Abri a geladeira, pra dar uma refrigeradinha, já que comida mesmo “neca de pitibiribas”. Acho que quem elaborou essa dieta, deve dormir até o horário do almoço... Bem, conformada decidi que meu café da manhã não ia ser sopa... E foi sopa. Sopa batidinha no liquidificador e com uma mísera colher de queijo por cima.
       
  Com o “buchim cheio” como diz minha mãe (porque saciada com essa sopinha, jamais!) eu fui fazer minha caminhada no Parque de Águas Claras. Vento gelado, ar quase puro, lago, patos, patinhos, capins, matos, gramas, árvores cheias de folhas, banquinhos verdes, placas com letreiros verdes. Acho que minhas íris estão refletindo clorofila por toda imagem... Ou é perseguição mesmo do verde, ou meus olhos enxergaram hoje, um parque mais vivo, mais esperança, mais folha, mais mata, mais verdura...
        
Fui pra academia. Os pesos estavam mais pesados e eu comecei a tremer. Exercitando e tremendo, e eu até vi vantagem nisso sabia? Quase dois em um, já que eu movimentava o músculo e tremilicava. Quanta gente não paga caro pelo aparelhinho que somente vibra a musculatura? E eu vibrando sem aparelhagem, somente com minha fome.
         
Cheguei em casa verde de fome literalmente. Verde? Faz sentido, pois tenho tanta clorofila no meu sangue, que estou pronta pra fotossíntese.
        
Bem, amanhã será outro dia. O lema dos Vigilantes do Peso é viver um dia de cada vez, e eu vou fazer isso. Não sei o que será da minha dieta amanhã, talvez eu vença mais um dia, ou talvez eu chute o pau da barraca e acabo com tudo. Nessa última hipótese, vou colocar os vestidinhos de sereia numa sacola e dar pra alguém geneticamente premiada.
        
Ahhhhhh ia esquecendo, meu humor melhorou, quer dizer, já não tenho mais vontade de matar o verdureiro da esquina, e nem colocar fogo no capim que cresce forte e verdinho nessa época do ano...
        Marly Bastos

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013


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Não há causa sem efeito, nem efeito sem causa... A Revolução Francesa foi o maior efeito das atitudes déspotas da monarquia francesa, observadas no diálogo abaixo. A praça Da Concórdia em Paris inundada de sangue mostrou a realidade da Guilhotina, através da qual a monarquia, centenas de fidalgos e corruptos foram decapitados nas mãos dessa classe média (Burguesia) que eles pensavam que enganavam. A vida repete a história e o Brasil caminha para isso... É só uma questão de tempo...

ACONTECEU ENTRE 1643 E 1715.

Diálogo entre Colbert e Mazarino durante o reinado de Luís XIV, na peça teatral Le Diable Rouge, de Antoine Rault:

Colbert: - Para arranjar dinheiro, há um momento em que enganar o contribuinte já não é possível. Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é possível continuar a gastar quando já se está endividado até o pescoço ?
Mazarino: - Um simples mortal, claro, quando está coberto de dívidas, vai parar na prisão. Mas o Estado é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se! Todos os Estados o fazem!
Colbert: - Ah, sim? Mas como faremos isso, se já criamos todos os impostos imagináveis?
Mazarino: - Criando outros.
Colbert: - Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.
Mazarino: - Sim, é impossível.
Colbert: - E sobre os ricos?
Mazarino: - Os ricos também não. Eles parariam de gastar. E um rico que gasta faz viver centenas de pobres.
Colbert: - Então, como faremos?
Mazarino: - Colbert! Tu pensas como um queijo, um penico de doente! Há uma quantidade enorme de pessoas entre os ricos e os pobres: as que trabalham sonhando enriquecer e temendo empobrecer. É sobre essas que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Quanto mais lhes tirarmos, mais elas trabalharão para compensar o que lhes tiramos. Formam um reservatório inesgotável.

É a classe média !

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

É SOPA... MAS NÃO É SOPA!



Estou sem inspiração, estou sem paciência, estou sem humor, estou sem alegria... Deve ser porque resolvi fazer dieta. Nada me tira do sério, a não ser ficar com fome de coisas gostosas.

Detesto ver meu prato parecendo a Mata Atlântica, transbordando de clorofila. Sinto-me uma verdadeira lagarta comento folhas e folhas. Agrião tem gosto de sabonete... E aquele bifinho chulo e sequinho? Neimmmmmmm! Eu gosto é de uma suculenta picanha, carne de sol, e vergonhosamente confesso que sou louca por cupim assado.

Meu pai dizia que “a alegria vem das tripas”. Concordo com ele, gosto de panela cheia, de comida de verdade, de coisas que dão força aos músculos, e me deixe com cara de gatinha que acabou de tomar um prato cheinho de leite. Gosto de comer e não me envergonho de confessar isso. Sou boa de garfo, e opto por comer bem e malhar bastante.

Todavia resolvi essa semana dar uma arrancada mais ligeira, acelerar o metabolismo, mas não está sendo fácil... Estou pra lamber taboca de tão nervosa e irritada, e ainda estou tendo “amareletas” ao pegar peso. Estou ainda no primeiro dia. Será que estarei viva na outra quarta ? Será quando terminará os sete dias de sopa, e folhas e legumes... Carne? Só o bifinho chulo e sequinho.

Estou me segurando pra não partir para a outra dieta da sopa. Tipo assim, deu sopa eu como. Mas aí eu lembro que as roupas estão apertadas, do zíper que não sobe, do botão dando tchauzinho para a casa, daquele pneuzinho que forma acima do cós da calça quando sento, da bunda quadrada, das celulites... Vou ficar com a sopa de repolho mesmo.

Olha, decididamente não é nada fácil entrar naquela roupa linda e parecer uma sereia. Mas vou tentar ao menos diminuir as bochechas...

Marly Bastos