No Balcão do Quiosque

terça-feira, 21 de maio de 2013

✿Rei morto...rainha vivinha,rsrs....✿



Ele era chato...Chato e gordinho...

Casou, virou muito chato e gordo, muiiiiiiiiiiiiito gordo...

Não se cuidava, apenas inflava.

Procurar ajuda? Nem passava pela sua cabeça.

Se destruia sozinho.Beirava os 200 quilos...

A família, obrigada a vê-lo assim...Só comendo...

Impotente a esposa passou a oferecer lindas opções de manjares, bolos, pães, cucas, docinhos, churrascadas...

Tudo ali...O glutão não resistia...

Um dia, acabou...
Comeu, comeu de tudo...Caiu na isca...Ele enfim morreu...

Ela, livre, está feliz!

Feliz e magrinha...

A pensão deixada pelo menos era como o seu tamanho: POLPUUUUUUUUUUDA!!!

Era tempo de aproveitar e tirar o atraso!

E assim foi!


(* Inspiração maluquinha da chica,srrs...

Até eu me assusto , como estava boazinha ao "incorporar",rsr...

Comigo assim acontece...Uma palavra, uma imagem , uma cena presenciada e saio escrevendo e depois vejo no que deu!)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sonhar e acreditar -SEMPRE!

Não é em nosso país , mas entendi que devia publicar, embora aqui também há situações como essa.
Simplesmente porque somos todos seres humanos e nosso dever é ajudar uns aos outros. Mesmo porque somos frágeis e vulneráveis - porém vencedores, se acreditarmos nos sonhos.

É lindo e comovente!

Este é um vídeo feito pelo cantor Macaco com trabalhadores e pacientes do 8ª andar (oncologia) do hospital infantil San Juan de Dios em Barcelona para recolher fundos para a investigação do câncer.

Cada vez que abrir o vídeo, entrarão 5 centavos para a causa - participem.

Obrigada.
Lu C.






domingo, 5 de maio de 2013

CORDAS






A vida é muito generosa. Ela sempre nos dá muita corda. Podemos, com elas, construir pontes, amarrar os barcos ao cais, montar escadas que vão até o céu.

Cordas também podem ser desfiadas, e com elas, construímos belos cestos, e até mesmo redes para descansar. Já vi uma luminária feita de corda que era a coisa mais linda, lá em Natal. Pena que ficaria meio-sem jeito, trazê-la dentro do avião. Mas tenho um abajur em minha sala cuja cúpula é feita de corda trançada.

Tive belas sandálias com solas de corda, e uma vez, um chinelo, desses de andar dentro de casa, todo feito de corda. 

Minha vizinha tem uma cadeira com assento de corda, bem rústica, que é uma belezura só.

Se alguém pode falar com propriedade sobre as cordas e os cipós, este alguém é o Tarzan. Ele os usa para locomover-se com rapidez dentro da floresta, evitando, assim, os percalços do solo. Paira sobre as árvores, em seu voo alucinante, acompanhado de seu tão famoso grito: "Ôôôôô..."

As cordas são uma invenção muito útil. Pena que, um dia, foram usadas para punir seres humanos. Mas aquelas eram outras cordas, de uma época selvagem.

Mas infelizmente, algumas pessoas recebem uma grande quantidade de corda da vida, que lhes é generosa. Mas o grande problema é que não sabem o que fazer com elas. Acabam enrolando-se completamente nas suas cordas, ao invés de criar alguma coisa útil com elas. Pior: alguns acabam enrolando-a em volta do próprio pescoço, e infelizmente... matam-se com as cordas da vida.

Isso sempre acontece quando alguém tenta 'enrolar' o outro. As atitudes ficam sempre muito óbvias. Acham-se grandes vencedores, pois pensam ter derrotado os seus inimigos, sem perceberem que seus maiores inimigos são eles próprios. Mas todo mundo vê. E de nada adianta alguém tentar avisá-lo.


Assim é bem melhor!

quarta-feira, 1 de maio de 2013

LIVRO CHINÊS







QUANDO MENINO GANHEI UMA MEDALHA NA ESCOLA, COMO PRÊMIO AO ALUNO QUE MELHOR SABIA LER.

SENTI-ME FELIZ E ESTUFEI DE ORGULHO.


QUANDO A AULA TERMINOU VOLTEI PARA CASA CORRENDO, ENTREI NA COZINHA COMO UM FURACÃO.


A VELHA EMPREGADA, QUE ESTAVA CONOSCO HAVIA MUITOS ANOS, OCUPAVA-SE NO FOGÃO.


SEM NADA COMENTAR FUI DIRETO A ELA, DIZENDO-LHE:


- APOSTO QUE SEI LER MELHOR DO QUE VOCÊ, E ESTENDI-LHE O MEU LIVRO DE LEITURA.


ELA INTERROMPEU O SEU TRABALHO E TOMOU O VOLUME. E EXAMINANDO CUIDADOSAMENTE AS PÁGINAS, TERMINOU POR GAGUEJAR:


- BEM, MEU FILHO... EU... EU NÃO SEI LER. FIQUEI ATÔNITO.


SABIA QUE PAPAI ESTAVA EM SEU ESCRITCRIO NAQUELA HORA E VOEI PARA LÁ.


ELE ERGUEU A CABECA QUANDO EU ENTREI, SUANDO, COM O ROSTO EM FOGO E LHE DISSE:


- IMAGINE PAPAI, A MARIA NÃO SABE LER. E É UMA VELHA. EU, QUE AINDA SOU PEQUENO, JÁ GANHEI ATÉ MEDALHA.


OLHE SÓ! (EU ESTUFEI O PEITO PARA FRENTE PARA QUE ELE VISSE O MEU TROFÉU, E COMENTEI):


- DEVE SER HORRÍVEL NÃO SABER LER, NÃO É PAPAI?


COM TODA A TRANQUILIDADE, MEU PAI ERGUEU-SE, FOI ATÉ UMA ESTANTE E VOLTOU DE LÁ COM UM LIVRO.


– LEIA ESTE LIVRO PARA EU VER, MEU FILHO. FOI MARAVILHOSO VOCÊ TER GANHO A MEDALHA. LEIA PARA EU OUVIR.


NÃO TITUBEEI, ABRI O VOLUME E OLHEI PARA O MEU PAI CHEIO DE SURPRESA.


AS PÁGINAS CONTINHAM O QUE PARECIAM SER CENTENAS DE PEQUENOS RABISCOS.


- NÃO POSSO PAPAI. EU NÃO ENTENDO NADA DISTO QUE ESTÁ AQUI.


- É UM LIVRO ESCRITO EM CHINÊS, MEU FILHO...


IMEDIATAMENTE ME LEMBREI DO QUE FIZERA A MARIA E ME SENTI ENVERGONHADO.


PAPAI NÃO DISSE MAIS NADA E EU, PENSATIVO, DEIXEI O LIVRO EM SUA ESCRIVANINHA E SAÍ.


ATÉ AGORA, TODA VEZ QUE ME SINTO TENTADO A GABAR-ME POR QUALQUER COISA QUE TENHA FEITO,


LEMBRO-ME DO QUANTO AINDA ME FALTA APRENDER. E DIGO DE MIM PARA COMIGO:


- NÃO SE ESQUECA DE QUE VOCÊ NÃO SABE LER CHINÊS!
 
 
(Autor desconhecido)

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Caminhos

Imagem: mobisol.blogspot.com.br

Nem sempre o caminho mais curto
Será o caminho mais perto
Nem sempre o caminho mais fácil
Será o caminho mais certo
Nem sempre o mais transitável
É aquele que é mais aberto.

Dos caminhos, nem sempre
é mais bonito o mais reto
é mais rápido o direto
é mais firme o de concreto.

Dos caminhos, nem sempre
é seguro o mais trilhado
é melhor o mais cantado
é bom o sinalizado.

Nos caminhos
Pergunta a quem já foi lá
Usa tênis confortáveis
(pés nus só em areias molhadas)
(trilhas pedregosas, botas ferradas)
Descansa à sombra da árvore.

Nos caminhos, sempre
Leva um cajado na mão
Na alma, uma visão
No bornal, a refeição
Na mochila, um coração
Na mente, uma oração
Nos lábios, uma canção
Nos olhos, o horizonte
No cantil, água da fonte.

Nos caminhos
Anda em grupo, se possível
Ou aos pares (é incrível)
Mas se preciso, vai só.

E onde não houver caminhos
Abre tua própria trilha
Não construas labirintos
Segue milha após milha
Deixa teu rastro no chão
Pois outros te seguirão.

E ao alcançares a meta
Faz uma celebração
Curta, rápida, discreta
Que outros caminhos virão.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Talentos esquecidos em um país sem memória...


...Enquanto isso, ao invés de ensinar e sensibilisar a nova geração através das maravilhosas músicas de Tom Jobin e de outros muito bons, tentamos homenagear o compositor com nome de viaduto e aeroporto, ou erguendo estátuas (mudas) com a sua figura, ao mesmo tempo em que vamos fazendo a música mais medíocre do planeta (me desculpem as raríssimas exceções).
(autor desconhecido)

PS: A INTRODUÇÃO É DO CLAUS OGERMAN PARA A GRAVAÇÃO DO OSCAR PETERSON & ORQUESTRA (a letra veja mais abaixo)

 

Olhem só que vocal maravilhoso produzido na Eslovenia, da música Wave de Tom Jobin:
 
 
 

 Wave

Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossível ser feliz sozinho...

O resto é mar
É tudo que não sei contar
São coisas lindas que eu tenho pra te dar
Vem de mansinho à brisa e me diz
É impossível ser feliz sozinho...

Da primeira vez era a cidade
Da segunda o cais e a eternidade...

Agora eu já sei
Da onda que se ergueu no mar
E das estrelas que esquecemos de contar
O amor se deixa surpreender
Enquanto a noite vem nos envolver...

Vou te contar...

 

 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

♥ Doce parceria...




Era tardinha.

As cores do céu se misturavam às do mar, num lindo quadro.

Marieta novamente passeava com LUPI, seu cãozinho já bem velhinho, de quase quatorze anos.

Aquela cena se repetia todos os dias, costumeiramente, mostrando a amizade entre os dois.

Marieta enquanto passeava, fazia seu exercício enquanto colocava as idéias no lugar, relaxando ali sozinha...

E Lupi, aproveitava, no seu ritmo e passo o passeio e banho de mar.

Naquele dia porém, vieram lhe falar que ela não mais poderia trazer o cãozinho à beira do mar. Explicaram todos os motivos .Ela entendeu e não mais o levou.

Porém, daquele dia em diante, vendo-o abanando o rabinho perto dela justamente no horário em que costumavam passear, sentia pena.

Pena da falta de liberdade, pena que tantas vezes a vida parece se complicar, perder sua simplicidade.

Lupi agora já no fim de sua vidinha, teria que se acostumar à nova rotina.

Teria tempo? Pensava ela, enquanto lembrava que ele cada vez mais ,estava velhinho... Uma lágrima rolou só de pensar!

Porém agora, mesmo sem ir ao mar, passeava com ele sempre ao seu lado. E ele sentia que era amado e isso fazia bem aos dois .

Eram e continuariam a ser amigos...Tomara por muito tempo ainda!