No Balcão do Quiosque

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Sonho

Hoje, me sonhei vivendo
a vida que peço a Deus
dentro da rosa e dos ventos
eu, Sansão sem filisteus

No sonho eu não era mago,
sábio nem imperador
no sonho eu não era nada
do que acordado não sou

Não era, nem possuía
solares, iates, troféus
eu tão somente morria
de amor, entre os braços teus

5 comentários:

Artes e escritas disse...

Um belo poema que traz saudades da escola. Um abraço, Yayá.

Lu C. disse...

Eita que nosso João apareceu com um poemaço?!

Saudade de ti, meu amigo! Mandou muito bem nos versos.

meu afeto
beijo caríssimo

Lu C.

Graça disse...

João,

...e quem falou que há necessidade de ser super-herói??rs

O amor torna o homem/mulher

INVENCÍVEL!!! E dono de tudo!

Um abração, meu amigo!
Lindos versos, poeta...

Bixudipé disse...

Que belo poema; fugiu aos padrões; que ótimo!

Adorei; abração.

tossan® disse...

Poesia Pura! Vim dar uma espiada e matar a saudade. Beijo